terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Chocolate combate radicais livres

 Quem gosta de chocolate vai adorar essa notícia: ele é rico em antioxidantes! Isso significa que pode ser usado para combater os radicais livres, que são ligados aos processos degenerativos como o câncer e o envelhecimento. Cientistas do Hershey Center of Health & Nutrition, nos Estadosnidos, apontam que o cacau em pó é uma rica fonte de antioxidantes e contém mais polifenóis e flavonóides que algusn sucos de fruta.

Comparando a quantidade de antioxidantes no cacau em pó, chocolate, chocolate quente e suco de frutas, concluíram que o chocolate e o cacau têm maior quantidade de antioxidantes e flavonóides. Porém, quando o chocolate é aquecido a quantidade dessas substâncias diminui. "As sementes do cacau são uma Super Fruit, com alto valor nutritivo, além da sua composição de macronutrientes", afirma a Dra. Debra Miller, autora de estudo. Mas lembre-se: chocolate também engorda!

Ar condicionado pode trazer riscos à saúde

Com o verão o uso de ar-condicionado aumenta em todo país. Se por um lado o ambiente fresco proporcionado por esse aparelho seja agradável, por outro pode causar danos à saúde. Ao resfriar o ambiente, o aparelho de ar-condicionado retira a umidade presente no ar, tornando-o seco. Com isso, partes do pulmão ficam ressecadas.

É o que afirma o Dr. Ricardo Milinavicius, diretor da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT). “A mucosa nasal é revestida por cílios vibrantes, responsáveis por expulsar bactérias, fungos e vírus que adentram em nosso organismo pelo ar que respiramos. Como há o ressecamento da região, a chance de se contrair infecções aumenta”.

Outro fator preocupante é em relação à higienização dos aparelhos. É necessário que o filtro seja trocado periodicamente, uma vez que esse não consegue reter todas as impurezas existentes, que se acumulam nos ductos e fazem com que a circulação de ar prejudique a saúde de quem está exposto ao aparelho.

Pessoas que sofrem de doenças como bronquite, asma ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) são mais suscetíveis aos riscos da exposição prolongada ao ar-condicionado, podendo desenvolver sinusite, amidalite e até mesmo pneumonia.

Para se prevenir o ideal é evitar ambientes fechados com aglomerado de pessoas, evitar longos períodos em locais com ar-condicionado, ingerir muito líquido e umidificar bem as vias aéreas nasais com soro fisiológico.

Fonte: Acontece Comunicação.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Pesquisa acompanha evolução de leucemia com 'regressão' de células

Um estudo da Unversidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, criou um modelo, com placas de laboratório, para observar como células do tecido sanguineo podem desenvolver leucemia. O segredo é a "regressão" das células cancerígenas adultas a um estágio embrionário, com um técnica conhecida como células-tronco pluripotentes induzidas (iPS, na sigla em inglês). O estudo foi divulgado na publicação científica "Blood" nesta sexta-feira (4).
Segundo os autores da pesquisa, é a primeira reprogramação de células sanguíneas obtidas a partir de um paciente com leucemia. Com a técnica, os pesquisadores, liderados por Igor Slukvin, conseguiram transformar células doentes em estruturas pluripotentes, que podem gerar qualquer tipo de tecido.
A paciente tinha um tipo de leucemia conhecida como mieloide crônica, responsável pela morte de 1.500 pessoas por ano nos Estados Unidos. Como qualquer tipo de leucemia, a doença tem origem na região da medula óssea responsável pela produção de glóbulos brancos, estruturas responsáveis pela defesa do organismo.
Trata-se de um novo modelo para o estudo de células cancerígenas, de acordo com a equipe de Slukvin. Outra virtude do trabalho é a manipulação de células da medula óssea e do cordão umbilical para obter células-tronco induzidas. Normalmente, o material escolhido para a reprogramação são células adultas da pele.
Slukvin explica que as células induzidas a um estágio embrionário também possuiam as mesmas alterações genéticas das células cancerígenas adultas, o que permitiu aos cientistas a reprodução da doença em placas de laboratório, o que permite o acompanhamento detalhado do avanço da patologia.
O próximo passo é saber identificar novas formas de tratamento como, por exemplo, a eliminação de genes responsáveis por desencadear a multiplicação exagerada de células.
A pesquisa foi financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês), agência federal de pesquisa médica nos Estados Unidos, e pela Fundação Charlotte Geyer.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Caso de meio-irmão proibido de doar rim para francesa causa polêmica


A decisão de um comitê de biomedicina francês que impede um meio-irmão de doar um rim por ele não ser reconhecido juridicamente como tal está provocando polêmica no país.
Jean-Pierre Serrurrier nasceu de uma relação extraconjugal do pai de Martine Courrier, de 59 anos, que sofre de insuficiência renal há dois anos e precisa realizar diálises três vezes por semana.
Serrurrier nunca foi reconhecido pelo genitor biológico. Ele foi legalmente registrado, aos 7 anos, como filho do então marido de sua mãe, de quem recebeu o sobrenome.
Serrurrier, de 52 anos, considerado pelos médicos como 99% geneticamente compatível com Courrier, se ofereceu para lhe doar um rim, mas como eles não possuem parentesco perante os olhos da lei, o comitê de biomedicina se recusa a autorizar o transplante.
Na França, segundo a lei de bioética, um doador vivo pode somente doar órgãos a parentes, como filhos, irmãos, avós ou primos, cujos laços familiares sejam reconhecidos nos documentos de estado civil.
Encontro
'Passei 12 anos tentando localizá-lo e faz 25 anos que o encontrei. Temos uma relação muito próxima, nos vemos regularmente. Ele é meu irmão', disse Courrier à BBC Brasil.
Os dois meio-irmãos apresentaram um dossiê ao comitê de biomedicina
'Nossa relação à muito anterior à minha doença', afirma. O dossiê apresentado ao comitê de biomedicina reunia dezenas de fotos que comprovam a antiga relação entre os meio-irmãos e também um atestado do pai afirmando que Serrurrier é seu filho biológico, além de exames genéticos.
'A vida de minha irmã é tudo o que conta para mim e quero que nossa relação dure o máximo possível', diz Serrurrier para justificar seu desejo de doar um rim para Courrier.
'A decisão do comitê é injusta. Fiquei com raiva', diz ele.
Caso reexaminado
Em razão da polêmica causada pela proibição do transplante, o ministro francês da Saúde, Xavier Bertrand, pediu que o caso seja reexaminado pela agência de biomedicina.
O ministro declarou que 'devido à importância terapêutica e ao consentimento do doador', ele avalia 'ser normal que a doação possa ser realizada'.
A nova decisão sobre o transplante, que será tomada pelo ministro, deve ser anunciada no prazo de um mês.
'Continuo tendo esperanças de que o transplante será aprovado', afirma Courrier.
Sua advogada, Nicoletta Tonti-Bernard, disse à BBC Brasil que pediu ao ministro para 'interpretar de maneira mais ampla o conceito de irmãos'.
Ela solicitou, em um recurso, que o ministro considere que Courrier e Serrurrier são irmãos, não do ponto de vista jurídico, mas biológico, 'o que permitiria autorizar a doação sem mudar a lei'.
Na França, a grande maioria dos órgãos transplantados foram doados por pessoas falecidas.
Dos 2.826 transplantes realizados em 2009, apenas 223 foram realizados graças à doação de órgãos de pessoas vivas, segundo a agência de biomedicina francesa.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Combinação anti-hipertensivos + antibióticos = risco para os idosos

Pacientes idosos que usam concomitantemente medicamentos para o controle da hipertensão arterial com alguns antibióticos correm risco de sofrer forte queda de pressão. É o que aponta um estudo realizado em Toronto, no Canadá, no qual foram avaliados 999 mil prontuários médicos de pacientes com 66 anos ou mais, entre 1994 e 2009.

A principal interação identificada no estudo ocorreu entre os anti-hipertensivos da classe dos inibidores do canal de cálcio e os antibióticos eritromicina e claritromicina, ambos frequentemente prescritos para o tratamento de infecções das vias respiratórias.

Segundo os pesquisadores, a associação da eritromicina com medicamentos para hipertensão aumenta em seis vezes o risco de queda brusca da pressão arterial. Com a claritromicina, o risco é quatro vezes maior.

O estudo também apontou que o antibiótico azitromicina, embora pertença à mesma classe da eritromicina e da claritromicina (macrolídeos), não apresenta o mesmo risco de queda de pressão arterial.

A explicação para a interação entre esses medicamentos é que os dois antibióticos inibem uma enzima vital à metabolização do canal de cálcio, como ocorre durante a ação dos anti-hipertensivos à base de amlodipina, nifedipina, felodipina, diltiazem e verapamil. Ao interferirem na metabolização do canal de cálcio, os anti-hipertensivos têm seu efeito potencializado, fazendo a pressão cair a níveis mais baixos do que os desejados.

Fonte: CRF-SP

sábado, 22 de janeiro de 2011

Bula eletrônica - Anvisa disponibiliza primeiro grupo de bulas em novo formato

Já estão disponíveis no Bulário Eletrônico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) as primeiras 202  bulas adequadas às novas regras da Anvisa que exigem informações mais claras, linguagem mais objetiva e conteúdos padronizados.
De acordo com a RDC 47 de 2009, que instituiu as novas regras, a partir da publicação no Bulário Eletrônico as empresas terão até 180 dias para colocar as bulas à disposição dos consumidores nas embalagens de medicamentos. Este também é o prazo para que as empresas fabricantes dos medicamentos que já estão no Bulário passem a oferecer a bula em formato especial para deficientes visuais, como Braile, áudio, fonte ampliada, entre outros.
Genéricos e similares 
A publicação das primeiras bulas adequadas vai desencadear também a adequação das bulas de muitos medicamentos genéricos e similares, que devem ser iguais à bula padrão, reduzindo o tempo de análise das bulas e o custo. Quando a Bula Padrão de um medicamento de referência for publicada no Bulário, as bulas dos seus genéricos e similares também deverão ser adequadas. Essa padronização vai facilitar o entendimento do consumidor.
As bulas dos genéricos e similares podem diferir das Bulas Padrão, que estarão no Bulário, apenas no que se refere às informações específicas do medicamento – como nome, fórmula e cuidados de conservação – e aos dados das empresas.
Os fabricantes de medicamentos genéricos e similares terão 180 dias para disponibilizar essas bulas nas caixas dos medicamentos, a partir a publicação das Bulas Padrão no Bulário Eletrônico.
Histórico
Em setembro de 2009, foi publicada a resolução RDC 47/09, que estabeleceu novas regras para as bulas de medicamentos no país. Durante o primeiro semestre de 2010, um primeiro conjunto de bulas começou a ser adequado à nova resolução. As detentoras de registro dos medicamentos elaboraram as novas bulas e submeteram à Anvisa.  Durante o segundo semestre do ano, a Anvisa analisou as bulas submetidas pelas empresas e aprovou as bulas adequadas.
Como resultado desse trabalho, estão disponíveis, no Bulário Eletrônico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as primeiras 202 bulas adequadas às exigências da RC 47 de 2009. A estimativa é de que até 2012 as bulas de todos os medicamentos existentes no país já estejam adequadas.
Transição
As caixas dos medicamentos que foram fabricados antes do prazo de disponibilização ser encerrado e que ainda podem estar no mercado, conterão as bulas no formato antigo.
Não haverá recolhimento de produtos para troca de bulas durante o prazo de renovação dos estoques. Enquanto isso, elas serão publicadas no Bulário Eletrônico da Anvisa. 
As bulas de medicamentos de referência que já estavam publicadas no Bulário, mas que ainda não estão adequadas, continuarão disponíveis para consulta e serão excluídas à medida em que suas novas bulas forem publicadas.
 
Como pesquisar no Bulário
Para realizar a busca de bulas já adequadas no Bulário Eletrônico, basta selecionar "Bula para o paciente" ou "Bula para o profissional de saúde". Depois é só clicar em buscar.
Para verificar se um medicamento já possui a nova bula, selecione "Bula para o paciente" ou "Bula para o profissional de saúde" e digite nos campos específicos pelo menos uma informação relacionada à bula desejada, como o nome do medicamento, nome do princípio ativo, nome da empresa ou sua categoria regulatória.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

5ª Edição da Farmacopéia Brasileira

Foi lançado, pelo site do Conselho Regional de Farmária do Rio Grande do Norte, a mais nova edição da Farmacopéia Brasileira.

Você deve ta perguntando: "O que é isso?". Ela é o Código Oficial Farmacêutico do País, onde se estabelecem, dentre outras coisas, os requisitos mínimos de qualidade para fármacos, insumos, drogas vegetais, medicamentos e produtos para a saúde.

É elaborada em parceria com universidades credenciadas e homologada pela Comissão da Farmacopéia Brasileira (CFB), uma comissão oficial nomeada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Portanto, a Farmacopéia Brasileira é uma entidade que faz parte da ANVISA.

De um modo geral, a função de uma farmacopéia é estabelecer os requisitos de qualidade que os medicamentos, fármacos, drogas vegetais, insumos e produtos para saúde devem obrigatoriamente obedecer.
 
As farmacopéias se dedicam também a outras atividades, tais como: produção e certificação de substâncias químicas de referência SQR) e padrões, elaboração de formulários nacionais, apoio e incentivo à formação e aperfeiçoamento de recursos humanos na área de controle de qualidade, apoio à pesquisa científica e tecnológica, aprovação e publicação das Denominações Comuns Brasileiras (DCB), etc..


Clique na imagem acima para ter acesso ao site que possibilite o download desta edição.

Bem Vindos!

Sejam bem vindos a mais um veículo de informação do Centro Acadêmico de Farmácia Adolfo Ramires.

Aqui você vai poder se atualizar, criticar, elogiar e interagir com o CAFAR da UFRN... afinal de contas o CA é dos acadêmicos..

Fique alerta às novidades e não deixe de nos visitar!
Aproveitem à vontade...